“As obras de Mariana Palma carregam uma forte característica brasileira, presente na cor, na luz e em diversos elementos. Utilizando o excesso, a saturação e inspirada pelas cores da pintura gótica e flamenga, Mariana é exemplo de raro talento no cenário das artes plásticas, contribuindo para tornar esse universo cada vez mais rico.

A artista nos brinda com trabalhos apresentados de maneira orgânica, relacionados por temáticas recorrentes. A intenção de Mariana foi expor o processo de criação, com cenas do ateliê, imagens de referências, fotos dos rascunhos de aquarelas etc. Isto é, ela nos mostra como um assunto retorna de maneira diferente em variados momentos e como as soluções para esses temas mudam com o amadurecimento, trabalho esse muito bem representado no livro”.

- Marcio Lobão

Este livro contribui muito para pesquisas de arte, e como diz Felipe Scovino, professor, curador e renomado crítico de artes: “Iniciativas de tornar pública uma coleção privada, que por sí só tem uma visibilidade altamente restrita, fomentarão pesquisas sobre arte, possibilitando uma nova dimensão sobre o aprendizado da cultura e da história de um povo.”

A coleção tem obras não apenas de artistas brasileiros como de importantes artistas internacionais. Nomes como Jesús Rafael Soto, Carlos Cruz- Diez, François Morellet assim como Adriana Varejão, Ernesto Neto, Beatriz Milhazes e ViK Muniz entre outros fazem parte de seu mundo.

O livro Pintura Brasileira Séc. XXI apresenta um panorama da produção pictórica feita hoje no Brasil. São diversos modos de trabalho e reflexão que ocorrem simultaneamente em diferentes regiões e gerações de artistas plásticos brasileiros.

A pintura concentra uma grande força no cenário das arte plásticas mundial. E o amplo coeficiente de estilos próprios dos artistas presentes no livro, resulta de uma complexa equação de estudos acadêmicos, influências locais, referências internacionais e, principalmente, do estofo poético que cada artista carrega em si. Uns enfatizam o desenho, outros a pincelada ampla e firme, outros ainda a gestualidade voraz, em contraponto àqueles que empregam a cor crua ou os tons suaves.

Além do foco na nova geração de pintores, o livro expõe também a obra de renomados artistas, atuantes no circuito profissional desde os anos 80, dada a sua importância e influência formativa na obra desses jovens.

Com mais de 160 obras de 33 artistas brasileiros, a publicação conta ainda com ensaios dos críticos José Bento Ferreira e Tiago Mesquita.

A mostra Nova Arte Nova, realizada no CCBB, em 2008, apresenta trabalhos de 57 artistas brasileiros da nova geração, com curadoria de Paulo Venâncio Filho. Os selecionados são das cinco regiões do Brasil: de Goiás a Pernambuco e do Pará ao Rio Grande do Sul. A exposição faz parte das comemorações dos 200 anos do Banco do Brasil.

ATELIÊ FIDALGA NO PAÇO DAS ARTES

 

São Paulo: Imprensa Oficial, 2010
textos: Albano Afonso, Sandra Cinto e Mario Gioia

"No final de dezembro de 2009, recebemos o convite feito por Daniela Bousso e Priscila Arantes para desenvolvermos um projeto, dentro das comemorações de 40 anos da instituição, que envolvesse todos os artistas integrantes do Ateliê Fidalga.

O desafio proposto era criar uma mostra que tivesse na sua essência a ideia de processo, de obra viva, coerente com o trabalho desenvolvido no Fidalga e coerente também com o trabalho que o Paço das Artes desenvolve: um fomento à produção e à experimentação.

Este livro é resultado de trabalhos conjuntos desenvolvidos pelo grupo de pesquisa liderado pela Professora Ester Vaisman do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais e pelo grupo coordenado pelo Professor Miguel Vedda da Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Buenos Aires. O fio condutor que orienta - direta ou indiretamente - os textos da presente coletânea pode ser sintetizado do seguinte modo - filosofia e arte são dimensões que não podem ser devidamente tratadas tomando-as estritamente em sua relação com as práticas mais espiritualizadas, mas também e sobretudo em sua relação com o complexo de problemas de uma dada sociedade, em um determinado momento específico de sua história. Sociabilidade e historicidade ao se apresentarem como categorias básicas, na esteira do pensamento do próprio Marx, se destacam, como veremos, como condições de possibilidade para o surgimento e o evolver de toda e qualquer formação ideal.

Editora Dardo, 2008

Espanha

Textos Katia Canton e Paulo Reis

Seleção de obras da coleção de Ana Luisa e Mariano Marcondes Ferraz, 2008, Brasil.

Trajetórias - Arte brasileira na coleção fundação Edson Queiroz. 

UNIFOR 40 ANOS, 2013

“Tanto a mostra como o catálogo foram desenvolvidos sob um rigoroso conceito que permite leituras historiográficas e transversais inovadoras da história da arte brasileira, fora da perspectiva habitual dos manuais didáticos. Nesses termos, a Unifor contribui para o debate nacional da arte brasileira. Na verdade, trata-se de uma constelação de pequenas exposições autônomas ou núcleos organizados sob perspectivas menos comuns”, diz Paulo Herkenhoff.

O primeiro motivo do porquê deste 'Parangolé' - Fragmentos desde os 90 - são claros,  os anos noventa são anos sem rótulos. Como elipses entre parênteses. De um lado, a queda do Muro de Berlim, de outro lado, o desmoronamento das Torres Gêmeas. E entre as duas quedas, uma década que não foi definida.

55 ARTISTAS - SÃO PAULO - BRASIL ATELIÊ FIDALGA

 

Santiago de Compostela: Artedardo S.L., 2009
textos: Reginaldo Pereira, Paulo Reis, Daniel Caballero, Katia Canton, Roberto Fabra, Fernando Velázquez
(bilíngue Port/Ing)

Zoom/Carlos Carvalho Arte Contemporânea, Lisboa, Portugal

Coletiva com obras em pequenos formatos, explorando diferentes linguagens como: desenho, gravura, livro-de-artista, escultura, colagem, video e etc.

Ela, uma das cortesãs mais famosas do Rio de Janeiro. Ele, um rapaz recém-chegado à cidade. Atingida por uma paixão arrebatadora, a sensual Lúcia obedecerá a moral burguesa ou realizará seu amor pelo jovem Paulo? Os costumes da sociedade brasileira do século XIX são pano de fundo para que José de Alencar crie uma das maiores heroínas femininas da literatura brasileira.